segunda-feira, janeiro 14, 2008

YT: A Cruz e a Espada

Globo de Ouro 2008 - Premiados

Apesar do movimento complexo que se revelou a premiação do Globo de Ouro deste ano - devido à greve dos roteiristas em Hollywood - que culminou com a adaptação necessária que transformou um jantar de gala em coletiva de imprensa, eis os premiados de 2008:

Melhor Filme - Drama
Atonement (Desejo e Reparação)

Melhor Filme - Musical ou Comédia
Sweeney Todd

Melhor Ator - Drama
Daniel Lewis (There Will Be Blood)

Melhor Ator - Musical ou Comédia
Johnny Depp (Sweeney Todd)

Melhor Atriz - Drama
Julie Christie (Away from Her)

Melhor Atriz - Musical ou Comédia
Marion Cotillard (Piaf)

Melhor Ator Coadjuvante
Javier Bardem (No Country for Old Men)

Melhor Atriz Coadjuvante
Cate Blanchett (I'm Not There)

Melhor Diretor
Julian Schnabel (The Diving Bell and the Butterfly)

Melhor Roteiro
Ethan Coen and Joel Coen (No Country for Old Men)

Melhor Trilha Sonora
Desejo e Reparação

Melhor Música
"Guaranteed" (Na Natureza Selvagem)

Melhor Filme de Animação
Ratatouille

Melhor Filme Estrangeiro
The Diving Bell and the Butterfly

Série Dramática
Mad Men

Série Cômica
Extras

Melhor Atriz em Série Dramática
Glenn Close (Damages)

Melhor Ator em Série Dramática
Jon Hamm (Mad Men)

Melhor Atriz em Série Cômica
Tina Fey (30 Rock)

Melhor Ator em Série Cômica
David Duchovny (Californication)

sábado, janeiro 12, 2008

Musiquinha's

Índios
(Renato Russo)

Quem me dera
Ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro
Que entreguei a quem
Conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora
Até o que eu não tinha

Quem me dera
Ao menos uma vez
Esquecer que acreditei
Que era por brincadeira
Que se cortava sempre
Um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda

Quem me dera
Ao menos uma vez
Explicar o que ninguém
Consegue entender:
Que aconteceu
Ainda está por vir
E o futuro não é mais
Como era antigamente.

Quem me dera
Ao menos uma vez
Provar que quem tem mais
Do que precisa ter
Quase sempre se convence
Que não tem o bastante
Fala demais
Por não ter nada a dizer.

Quem me dera
Ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.

Quem me dera
Ao menos uma vez
Entender como só Deus
Ao mesmo tempo é três
Esse mesmo Deus
Foi morto por vocês
É só maldade então
Deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo
E até sangrei sozinho
Entenda!
Assim pude trazer
Você de volta pra mim
Quando descobri
Que é sempre só você
Que me entende
Do início ao fim.

E é só você que tem
A cura do meu vício
De insistir nessa saudade
Que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Quem me dera
Ao menos uma vez
Acreditar por um instante
Em tudo que existe
E acreditar
Que o mundo é perfeito
Que todas as pessoas
São felizes...

Quem me dera
Ao menos uma vez
Fazer com que o mundo
Saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz
Ao menos obrigado.

Quem me dera
Ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos Índios
Não ser atacado
Por ser inocente.

Eu quis o perigo
E até sangrei sozinho
Entenda!
Assim pude trazer
Você de volta pra mim
Quando descobri
Que é sempre só você
Que me entende
Do início ao fim.

E é só você que tem
A cura pro meu vício
De insistir nessa saudade
Que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Nos deram espelhos
Vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Urbana Legio omnia vincit - I

Depois de muito tempo eu consegui asissitir ao especial "Por toda minha vida" sobre Renato Russo. Gostei muito do que vi, acho que a escolha do ator foi boa por terem optado por alguém que já estudou para viver este papel. É óbvio que o cara não é o Renato Russo e nem pretende ser, mas ele interpreta o personagem sem parecer caricato ou imitador.

Uma das coisas que me irrita profundamente no YouTube são os comentários... Tem de tudo, mas destaco dois: o fã e o "pregador religioso". Explico:

1) Sobre fãs: essa parcela varia entre dois extremos, aqueles que acham tudo lindo e aqueles que criticam a Globo por ter feito um programa sem certos detalhes. Tipo assim, é fato que a Globo manipula, sempre manipulou e sempre manipulará tudo em favor de certos pontos de vista e/ou da compreensão e sensibilidade do grande público.

Eu mesma não sou necessariamente fã da Legião desde o pricípio... Levando-se em conta que eu tenho 25 anos, eu era criança no auge da história deles e assumo que mal tinha prestado atenção neles antes da morte do Renato Russo (não preciso dizer que adolescentes levam tempo para criar bom gosto musical rs). Independente disso, há muitas coisas mais que eu poderia escrever a respeito para aprofundar o assunto sem nem ter muito trabalho pesquisando.

2) Sobre o pregador: é tão difícil entender que há uma diferença entre compartilhar opiniões, gostar e/ou se identificar com esta ou aquela música e seguir o exemplo do artista? Artistas interpretam sentimentos e opiniões deles e/ou de outras pessoas, isso é diferente das atitudes que eles têm.

Sempre que assisto algum vídeo no YT vejo comentários do tipo "olha o exemplo de vcs, vcs deveriam se espelhar em Jesus"... Tipo, eu acho perfeitamente possível gostar do trabalho de uma pessoa e não concordar com o modo que ela vive. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Todos temos o direito de ter a crença que melhor se adaptar ao nosso modo de pensar mas não acho que, por gostar do artista X ou do Y, deixa-se de ter livre-arbítrio e bom senso.

Anyway, momento garota enxaqueca à parte, não poderia concluir sem colocar os links para o programa no orkut (são 9): 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.


PS: O volume II virá quando eu assistir à peça. Volume II.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Trecho

O Caminho da Vida

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido..."

(Charlie Chaplin, no último discurso do filme O Grande Ditador)

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Blogging: one...

Uma hora: meio-dia

Um astro: sol

Um móvel: cama

Um líquido: água

Uma pedra preciosa: safira

Uma árvore: pitangueira

Uma flor: tulipa

Uma cor: preto

Um animal: cachorro

Uma música: Forever, Kiss

Um livro: O Senhor dos Anéis

Uma comida: batata sautè

Um lugar: minha casa

Um verbo: ter

Uma expressão: Tipo, ...

Um mês: Abril (por que será, não? rs)

Um número: 6

Um instrumento musical: piano

Estação do ano: outono

Um filme: Star Wars (trilogia antiga)

terça-feira, janeiro 08, 2008

Artigo

Bring back the Greek gods
Mere mortals had a better life when more than one ruler presided from on high.
(Mary Lefkowitz, LA Times - 23/10/2007)

Prominent secular and atheist commentators have argued lately that religion "poisons" human life and causes endless violence and suffering. But the poison isn't religion; it's monotheism. The polytheistic Greeks didn't advocate killing those who worshiped different gods, and they did not pretend that their religion provided the right answers. Their religion made the ancient Greeks aware of their ignorance and weakness, letting them recognize multiple points of view.

There is much we still can learn from these ancient notions of divinity, even if we can agree that the practices of animal sacrifice, deification of leaders and divining the future through animal entrails and bird flights are well lost.

My Hindu students could always see something many scholars miss: The Greek gods weren't mere representations of forces in nature but independent beings with transcendent powers who controlled the world and everything in it. Some of the gods were strictly local, such as the deities of rivers and forests. Others were universal, such as Zeus, his siblings and his children.

Zeus did not communicate directly with humankind. But his children -- Athena, Apollo and Dionysus -- played active roles in human life. Athena was the closest to Zeus of all the gods; without her aid, none of the great heroes could accomplish anything extraordinary. Apollo could tell mortals what the future had in store for them. Dionysus could alter human perception to make people see what's not really there. He was worshiped in antiquity as the god of the theater and of wine. Today, he would be the god of psychology.

Zeus, the ruler of the gods, retained his power by using his intelligence along with superior force. Unlike his father (whom he deposed), he did not keep all the power for himself but granted rights and privileges to other gods. He was not an autocratic ruler but listened to, and was often persuaded by, the other gods.

Openness to discussion and inquiry is a distinguishing feature of Greek theology. It suggests that collective decisions often lead to a better outcome. Respect for a diversity of viewpoints informs the cooperative system of government the Athenians called democracy.

Unlike the monotheistic traditions, Greco-Roman polytheism was multicultural. The Greeks and Romans did not share the narrow view of the ancient Hebrews that a divinity could only be masculine. Like many other ancient peoples in the eastern Mediterranean, the Greeks recognized female divinities, and they attributed to goddesses almost all of the powers held by the male gods.

The world, as the Greek philosopher Thales wrote, is full of gods, and all deserve respect and honor. Such a generous understanding of the nature of divinity allowed the ancient Greeks and Romans to accept and respect other people's gods and to admire (rather than despise) other nations for their own notions of piety. If the Greeks were in close contact with a particular nation, they gave the foreign gods names of their own gods: the Egyptian goddess Isis was Demeter, Horus was Apollo, and so on. Thus they incorporated other people's gods into their pantheon.

What they did not approve of was atheism, by which they meant refusal to believe in the existence of any gods at all. One reason many Athenians resented Socrates was that he claimed a divinity spoke with him privately, but he could not name it. Similarly, when Christians denied the existence of any gods other than their own, the Romans suspected political or seditious motives and persecuted them as enemies of the state.

The existence of many different gods also offers a more plausible account than monotheism of the presence of evil and confusion in the world. A mortal may have had the support of one god but incur the enmity of another, who could attack when the patron god was away. The goddess Hera hated the hero Heracles and sent the goddess Madness to make him kill his wife and children. Heracles' father, Zeus, did nothing to stop her, although he did in the end make Heracles immortal.

But in the monotheistic traditions, in which God is omnipresent and always good, mortals must take the blame for whatever goes wrong, even though God permits evil to exist in the world he created. In the Old Testament, God takes away Job's family and his wealth but restores him to prosperity after Job acknowledges God's power.

The god of the Hebrews created the Earth for the benefit of humankind. But as the Greeks saw it, the gods made life hard for humans, didn't seek to improve the human condition and allowed people to suffer and die. As a palliative, the gods could offer only to see that great achievement was memorialized. There was no hope of redemption, no promise of a happy life or rewards after death. If things did go wrong, as they inevitably did, humans had to seek comfort not from the gods but from other humans.

The separation between humankind and the gods made it possible for humans to complain to the gods without the guilt or fear of reprisal the deity of the Old Testament inspired. Mortals were free to speculate about the character and intentions of the gods. By allowing mortals to ask hard questions, Greek theology encouraged them to learn, to seek all the possible causes of events. Philosophy -- that characteristically Greek invention -- had its roots in such theological inquiry. As did science.

Paradoxically, the main advantage of ancient Greek religion lies in this ability to recognize and accept human fallibility. Mortals cannot suppose that they have all the answers. The people most likely to know what to do are prophets directly inspired by a god. Yet prophets inevitably meet resistance, because people hear only what they wish to hear, whether or not it is true. Mortals are particularly prone to error at the moments when they think they know what they are doing. The gods are fully aware of this human weakness. If they choose to communicate with mortals, they tend to do so only indirectly, by signs and portents, which mortals often misinterpret.

Ancient Greek religion gives an account of the world that in many respects is more plausible than that offered by the monotheistic traditions. Greek theology openly discourages blind confidence based on unrealistic hopes that everything will work out in the end. Such healthy skepticism about human intelligence and achievements has never been needed more than it is today.


Vi aqui.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Sobre signos e anjos

Na imaginação, misturam-se a imago (imagem) e a essentia (essência) do Pássaro e do Homem, para que se construa a transparência do Anjo (do grego “ággelos”, pelo latim “angelu”): ente puramente espiritual que exerce o ofício de mensagem entre o Deus e o Homem. Mais que o Homem, as entidades angélicas protegem o Deus...

E o Deus, quem seria? A palavra latina “Deus” deriva da palavra sânscrita “Dyas”, que significa “céu luminoso”.

O Homem, como se sabe, é só esta matéria desesperada que tenta acordar o que no barro é a estrela-diamante: a imaginação.

Os Anjos, como os pássaros e as crianças, não pensam. Cérebro-pequeno, leveza imensa, transparência natural.

A natureza mais evidente do Anjo é a invisibilidade.

Tertuliano escreveu: “Credo quia absurdum est”. (Creio porque é absurdo).

O sol é a sombra do Deus. Imagine, então, como é o Deus? Anjos não fazem sombra em nada. Anjo é quando o Deus desiste de ser o Deus para ver que o Deus é o Outro em nós: baleia, violoncelo, pêssego, mulher, homem, criança, penhasco, água, palavra, música, pedra; enfim, o Outro dentro e fora de nós.

A seguir, as diferentes essências dos Anjos modificadas pela lente dos signos. O Anjo é onde a luz está. Luz visível ou invisível. O seu signo solar é seu Anjo natural. Sua essência mais que profunda...



Postei porque gostei. E gostei ainda mais do que se diz na continuação sobre Demeterael, o anjo taurino: "O cotidiano contém em si o abuso do cotidiano: o cotidiano tem a tragédia do tédio da repetição, mas há uma escapatória: é que a grande realidade é fora de série" (Clarice Lispector).


Mais? Aqui.

YT:Terry Tate's Vacation

sábado, janeiro 05, 2008

Musiquinha's

Além do Horizonte
(Roberto Carlos)

Além do horizonte deve ter
Algum lugar bonito pra viver em paz
Onde eu possa encontrar a natureza
Alegria e felicidade com certeza.

Lá nesse lugar o amanhecer é lindo
Com flores festejando mais um dia
Que vem vindo
Onde a gente pode se deitar no campo
Fazer amor na relva escutando
O canto dos pássaros
Aproveitar a tarde sem pensar na vida
Andar despreocupado sem saber
A hora de voltar
Bronzear o corpo todo sem censura
Gozar a liberdade de uma vida sem frescura.

Se você não vem comigo tudo isso vai ficar
No horizonte esperando por nós dois
Se você não vem comigo nada disso tem valor
De que vale o paraíso sem amor

Além do horizonte existe um lugar
Bonito e tranqüilo pra gente se amar.
Se você não vem comigo tudo isso vai ficar
No horizonte esperando por nós dois
Se você não vem comigo nada disso tem valor
De que vale o paraíso sem amor

Além do horizonte existe um lugar
Bonito e tranqüilo pra gente se amar.

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Metas para 2008

" Janus, o deus das portas e transições da mitologia romana, deu seu nome ao mês de janeiro pela capacidade de simultaneamente ver passado e futuro."*

Eu nunca fui muito boa com mudanças e transições. Muito menos com metas... Pouquíssimas deram certo... Falta de empenho? Momento errado? Lugar errado? Não sei dizer... Além dessas possibilidades, tenho uma certa tendência a adiar meus planos, sempre em busca de uma - utópica - situação ideal.

Como disse a Cora, não há Ano Novo, assim com maiúsculas e jeito de vida que se renova. Há apenas uma sucessão de dias interrompidos por um feriado muito animado, e um novo número que aparece nas agendas do Outlook, no celular e nas folhinhas dos calendários. Em suma, apenas um novo ano, em que tudo continua como dantes. Ou não.

Anyway, parte por influência dos amigos e parte pelo embalo da lista dos 101, esse ano resolvi atribuir-me metas. Veremos no que vai dar... rs

Ei-las:

1) Chegar aos X quilos (sorry, só eu sei quanto eles são e sim, essa meta é o maior clichê de todos os tempos rs)

2) Guardar pelo menos duas vez mais do que o auto-proposto.

3) Embalar na academia (adoro, mas sempre acabo desanimando...). Pode ser um bom jeito de lidar com a recém-descoberta hiperatividade e de aliviar o stress...

4) Estudar, estudar, estudar!!! (se passei em um concurso, agora preciso de um melhor, com plano de carreira ao menos, certo?)

5) Ser menos relapsa com os amigos (acho que essa é a mais difícil... mas todos eles sabem para quem correr - e correm!)


*(do editorial da última Veja)

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Retrospectiva 2007

O que foi 2007 na vida da Cris... Naquele espaço de 365 conhecido como ano passado, muitas coisas boas ou nem tanto aconteceram, como era de se esperar. Algumas bombas estouraram, certas coisas se consolidaram e outras ainda precisam ser trabalhadas... Comum a todos os mortais, certo?

Bom, na programação original do blog, eu tinha feito posts por tema (cineminha, livros etc.), mas desisti de tamanha egotrip. Destaques do ano passado:

Filme do ano: quase não assisti filme nenhum para ser bem honesta. Meu ano cinéfilo foi uma negação mas, entre os que assisti, houve um empate técnico entre o Harry Potter 5 e o Piratas do Caribe 3.

Livro do ano: apesar de não ter lido muito, o título certamente seria do Harry Potter 7 de qualquer jeito mesmo, pelo que ele representa.

Música, cd, dvd, série do ano: nada a declarar em nenhuma das três categorias. Com o advento do MP3 Player só escuto as músicas que já gosto e não tenho mais tempo para acompanhar o que acontece nestes segmentos...

Melhor post: este e este. Temática parecida e assunto delicado, mas gostei do que garimpei/escrevi em ambos.

Descoberta do ano: uma turma de bloggeiros que eu vi por ...

Novidades do ano: Luke, Bia e Tainá

Acontecimentos do ano: emprego da Cris e os fuscas azuis (qualquer dia explico isso rs).


PS: Quer uma retrospectiva séria? Ele fez.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Especial de Fim de Ano



Take On Me - A-ha

Em 2008, Feliz Ano TODO!!!
See you all there!!!

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Especial de Fim de Ano



Human - The Human League

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Especial de Fim de Ano



Only Time - Enya

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Especial de Natal



White Christmas - Bing Crosby


Merry Xmas!!!
Frohe Weihnachten!!!
Feliz Navidad!!!
Joyeux Noel!!!
Feliz Natal!!!

Que todos tenhamos um Natal cheio de paz, amor e felicidade.
Que os nossos sonhos se realizem, mas principalmente que continuemos a sonhar sempre...

domingo, dezembro 23, 2007

Especial de Natal



All I Want For Christmas Is You - Mariah Carey



PS: Música repetida, mas imagens de vários filmes... Acho que foi dos vídeos foi o que eu mais gostei...

sábado, dezembro 22, 2007

Especial de Natal



The Christmas Song - Nat King Cole

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Especial de Natal



Christmas meaning by Linus

quinta-feira, dezembro 20, 2007

Especial de Natal



Believe - Josh Groban (da animação O Expresso Polar)