sábado, novembro 29, 2008

Musiquinha's

Quem Vai Dizer Tchau?
(Nando Reis)

Quando aconteceu?
Não sei
Quando foi que eu
Deixei de te amar?
Quando a luz do poste
Não acendeu
Quando a sorte
Não mais pode ganhar
Não
De longe me disse um não
Mas quem vai dizer
Tchau

Onde aconteceu
Não sei
Onde foi que eu
Deixei de te amar?
Dentro do quarto
Só estava eu
Dormindo antes
De você chegar
Mas não
Não foi ontem que eu disse
Não
E quem vai dizer
Tchau

A gente não percebe o amor
Que se perde aos poucos
Sem virar carinho
Guardar lá dentro
Amor não impede
Que ele empedre
Mesmo crendo-se infinito
Tornar o amor real
É expulsá-lo de você
Prá que ele possa ser
De alguém...

Somos se pudermos ser
Ainda
Fomos donos do que hoje
Não há mais
Houve o que houve
E o que escondem em vão
Os pensamentos
Que preferem calar
Se não
Irá nos ferir
Não
Mas quem não quer dizer
Tchau

A gente não percebe o amor
Que se perde aos poucos
Sem virar carinho
Guardar lá dentro
Amor não impede
Que ele empedre
Mesmo crendo-se infinito
Tornar o amor real
É expulsá-lo de você
Prá que ele possa ser
De alguém
Possa ser de alguém
Possa ser de alguém
Ser de alguém!
Oh! Não!


Do Eduardo.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Filme: Kung Fu Panda

A DreamWorks não costuma usar o modo Disney de trabalho, de sempre ter alguma idéia construtiva evidente em suas animações, mas em Kung Fu Panda chega-se perto disso. O fofo panda Po, atrapalhado membro de uma família que tem um restaurante de noodles, mora em um vale na China e é o maior fã do kung fu. Conhece todos os golpes, a cronologia, história, ídolos atuais e antigos mas, sendo um panda fofo, tudo isso é basicamente a teoria.

No templo que fica na cidade vive o grande mestre Oogway, além de outros mestres do kung fu: os "cinco" - Tigresa, Víbora, Louva-deus, Macaco e Garça - e o exigente Shifu, que treinou-os todos. Um belo dia, Oogway pressente que o Guerreiro Dragão surgirá para derrotar Tai Lung - antigo discípulo de Shifu que "foi para o lado negro da força" (analogia minha) - e chama a população do vale para a escolha. Po sente que não pode perder esse grande momento e, à sua maneira, entra no templo e acaba sendo o escolhido.

Desacreditado e judiado, Po acaba mostrando a sua personalidade e "conquistando" os cinco e eventualmente recebe uma "segunda olhada" de Shifu, que com a ajudinha de Oogway percebe que algumas pessoas não são simplesmente incapazes... O que todos são é diferentes e cada um tem o seu valor e precisa de um método ou incentivo para alcançar o seu máximo.

O filme passa muto rápido e eu ri demais. Gostei bastante sem nem reparar ou mencionar as vozes dos personagens (siiim, consegui assistir em inglês)...


Título Original: Kung Fu Panda
Estúdio:DreamWorks Animation / Pacific Data Images
Direção: Mark Osborne e John Stevenson
Duração: 92 minutos

quarta-feira, novembro 26, 2008

PostSecret

Não sei se todo mundo conhece - eu conheço faz alguns anos e depois do Inagaki ter colocado entre os favoritos dele é difícil que não se conheça - o PostSecret.

A premissa é simples e já foi até tema de um clipe que passava na VH1 um tempo atrás: pessoas enviam seus maiores segredos anonimamente em cartões postais para uma P.O. Box e eles são colocados todos os domingos no blog (sendo que a postagem será apagada quando a próxima entrar).

Sendo o autor do blog um norte-americano, naturalmente a maior parte das postagens é em inglês e eu, como apaixonada por animais que sou, não poderia deixar de postar aqui algo que eu poderia ter escrito:



(tradução tabajara: "Eu secretamente acredito que Deus deixa as pessoas entrarem no céu baseado em como elas tratam os animais!")


PS: Tenho um monte de indicações de blogs atrasadas por aqui e estou fazendo uma velha...

terça-feira, novembro 25, 2008

Versos: Atritos

Atritos
(Roberto Crema)

Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.

Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.

Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.

Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?

As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.

À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio, sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.

Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.

A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.

Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.

É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.

Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas extremamente importantes.

Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.

Outras, sem dúvida,
com suas ações e palavras me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas.

Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.

Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos.

Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...

Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de DEUS,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.

Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...

Pois, DEUS fez a cada um de nós com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de AMOR.
DEUS deu a cada um de nós essa capacidade,
a de AMAR...
Mas temos que aprender como.

Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar.

Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.

Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.

Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.

Ora, esses sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.

Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o AMOR.
E sem ele a VIDA não tem significado.

segunda-feira, novembro 24, 2008

YT: John Mayer - Free Fallin'

video

sábado, novembro 22, 2008

Musiquinha's

Mountain
(Good Charlotte)

All these dreams and all these plans
I built them all with these two hands
Everything, I’ve realized my dreams
The city lights shine down and they blind me sometimes
But through it all
I was lost but I found my way

So tell me what you want
Cause I would give you anything
Tell me what you need and I’ll go get it
I’d give up all these dreams
To have you in my arms right now
I’d give up everything and I’d forget it

I wasn't on a mountain
When it came to me
All my life’s been wasted
Chasing shallow dreams

So here we are
Let me lift you up and show you this world over me
And all these things
What I've gained
And what I've seen
It can’t compare
To the love that you could give to me

So tell me what you want
Cause I would give you anything
Tell me what you need and I’ll go get it
I’d give up all these dreams
To have you in my arms right now
I’d give up everything and I’d forget it

I wasn't on a mountain
When it came to me
All my life’s been wasted
Chasing shallow dreams

Years go by and nothing’s slowing down the time
Years go by and then they’re wasted
All this time
I thought that I gained everything
But you're not mine
and I'm so empty

I wasn't on a mountain
When it came, when it came to me
That all my life’s been wasted
Chasing shallow dreams

So please come back to me
I'm right here waiting
So please come back to me tonight


Por causa da , que falou disso.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Versos

“Num dado momento penso que num canto de mim nascerá uma planta.
Começo a rondá-la, achando que nesse canto se produziu alguma coisa rara, mas que poderia ter futuro artístico.
Eu estaria feliz se essa idéia não fracassasse de todo.
Contudo, devo esperar por um tempo ignorado: não sei como fazer a planta germinar, nem como favorecer seu crescimento, nem como cuidar dela; só pressinto ou desejo que tenha folhas de poesia; ou algo que se transforme em poesia se certos olhos olharem para ela.
Devo tomar cuidado para que não ocupe espaço demais, para que não pretenda ser bela ou intensa, mas que seja a planta que ela mesma está destinada a ser, e que eu possa ajudá-la a sê-lo.
Ao mesmo tempo, ela crescerá de acordo com um observador que não se importará muito em querer lhe sugerir intenções ou grandezas demais.
Se for uma planta dona de si mesma, terá uma poesia natural, desconhecida para si própria.
Ela deve ser como uma pessoa que não sabe quanto vai viver, mas que tem necessidades próprias, com um orgulho discreto, um pouco desajeitada, e que pareça improvisada.
Ela não conhecerá suas próprias leis, embora as tenha no mais fundo e a consciência não as possa alcançar.
Não saberá o grau e a maneira como a consciência intervirá, mas em última instância imporá sua vontade.
E ensinará a consciência a ser desinteressada.”


(Felisberto Hernández em O Cavalo Perdido e Outras Histórias)


Vi aqui.

quinta-feira, novembro 20, 2008

Livro: Melancia

Primeiro livro da Marian Keyes que eu ganhei, ficou um bom tempo na prateleira tomando pó e foi recomeçado umas 4 vezes, simplesmente porque eu não conseguia entrar na história (me dêem um desconto, começo de namoro seguido de três empregos em dois anos tendem a distrair a atenção de uma pessoa). Como li um ebook e mesmo assim demorei, é possível que ainda não tivesse conseguido terminar essa leitura se dependesse da minha edição escrita.

Nesta história, Claire, uma das garotas Walsh, se vê, de repente numa situação inesperada: acabou de ter um bebê e seu marido, ao invés de vir com flores e presentes, diz que está indo embora. Sem saber ao certo o que fazer, ela pega um avião para Dublin, onde mora sua família. As fases após o término, a descoberta de si mesma como mãe, a recuperação de sua auto-estima e as fases que a levam a se perceber uma mulher completa e segura fazem deste livro algo bem interessante.

Livro de menina, que só pode ser realmente entendido por mulheres, onde a autora expõe de uma maneira hilária, entre outras coisas, o turbilhão que passa pela cabeça da protagonista em cada segundo do desenrolar de cada pequena situação/momento, coisa que acontece frequentemente comigo, e me levou a gargalhar sozinha algumas vezes. Por mais que eu tenha andado dispersa, é o tipo de história em que vc se sente amiga da protagonista, tendo ímpetos de gritar e/ou consolá-la na mesma medida (eu pelo menos tive). Aliás, depois deste e do outro, estou me descobrindo veramente interessada no humor do povo irlandês...






Título Original: Watermelon
Autor: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Páginas:
489
Ano: 2003

quarta-feira, novembro 19, 2008

What Famous Pinup Are You?




You Are Bettie Page



Girl next door with a wild streak

You're a famous beauty - with unique look

And the people like you are cultish about it




Peguei na Lulu.


PS:Quem é Bettie Page? Site Oficial, IMDb e Wikipedia (em pt).

terça-feira, novembro 18, 2008

80 anos

Hj, ele faz 80 anos... Mais do símbolo de uma empresa, trata-se de ícone. Ele é simplesmente o camundongo mais famoso do mundo... Sim, estou falando de Mickey Mouse e sim, é um dos poucos ratos que eu gosto no mundo.

Tendo estreado em 18/11/1928 como estrela do primeiro desenho com som sincronizado (Steamboat Willie, no qual Walt Disney investiu tudo o que tinha), tratava-se então de um personagem destinado a curtas-metragens e tirinhas, dublado inicialmente pelo próprio criador e que originalmente se chamaria Mortimer - nome muito pomposo segundo a Sra. Disney, que sugeriu Mickey.

Com sua personalidade educada, amigável, descomplicada, empreendedora e otimista, Mickey virou uma estrela, intrepretando os mais diferentes tipos e personagens. Sua postura e seus valores se tornaram a representação do modo Disney de ser, o que a partir de um certo ponto acabou por limitar sua participação em novos desenhos e abriu espaço para outros personagens tão queridos quanto o próprio: Pluto, Pateta, Donald, Margarida, Minnie...

Mickey foi o primeiro personagem de desenho animado a ter uma estrela na calçada da fama e aparece em mais de 150 desenhos, entre curtas, longas, especiais, séries regulares e compilações (sendo que nos dois últimos tipo, conta-se pelo conjunto e não por cada desenho), inúmeros gibis, além de ser o anfitrião dos parques...

Mickey foi a grande aposta, a origem de tudo e, a respeito dele, Walt Disney disse: "We felt that the public, and especially the children, like animals that are cute and little. I think we are rather indebted to Charlie Chaplin for the idea. We wanted something appealing, and we thought of a tiny bit of a mouse that would have something of the wistfulness of Chaplin — a little fellow trying to do the best he could. When people laugh at Mickey Mouse, it's because he's so human; and that is the secret of his popularity. I only hope that we don't lose sight of one thing — that it was all started by a mouse."

(tradução/adaptação tabajara da Cris: "Nós percebemos que o público, especialmente as crianças, gosta de animais pequenos e engraçadinhos. Eu acredito que nós estamos em débito com Charlie Chaplin pela idéia. Nós queríamos algo com apelo, e pensamos que um ratinho poderia ter algo da melancolia de Chaplin - um carinha tentando fazer o melhor que pode. Quando as pessoas riem com Mickey Mouse, é porque ele é muito humano, e esse é o segredo de sua popularidade. Eu só espero que as pessoas mantenham uma coisa em mente - que tudo isso começou com um camundongo.")




Fontes: Site oficialda Disney, Site Oficial da Disney Brasileiro (desatualizado), Wikipedia em pt e en.


PS: 1)Acho que fiz um post sobre os 75 anos dele... Mas ficou em alguma versão passada do blog...
2) Antes que alguém venha falar sobre o possível papel dele como símbolo do imperialismo etc etc etc, não estou nem remotamente preocupada com essa linha de pensamento.

segunda-feira, novembro 17, 2008

YT: Beatles Medley



Performing: Cher, Tina Turner and Kate Smith

sábado, novembro 15, 2008

Musiquinha's

Joyride
(Roxette)

I hit the road out of nowhere
I had to jump in my car
And be a rider in a love game
Following the stars
Don't need no book of wisdom
I get no money talk at all

She has a train going downtown
She's got a club on the moon
And she's telling all her secrets
In a wonderful balloon

She's the heart of the funfair
She's got me whistling her private tune

And it all begins where it ends
And she's all mine, my magic friend

She says: Hello, you fool, I love you
Come on join the joyride
Join the joyride

She's a flower, I can paint her
She's a child of the sun
We're a part of this together
Could never turn around and run
Don't need no fortune teller
To know where my lucky love belongs,
Oh no

Cause it all begins again when it ends
And we're all magic friends

She says: Hello, you fool, I love you
Come on join the joyride
Join the joyride

Be a joyrider

I take you on a skyride
A feeling like you're spellbound
The sunshine is a lady
Who ROX you like a baby

She says: Hello, you fool, I love you
Come on join the joyride
Join the joyride

sexta-feira, novembro 14, 2008

Cris e os eventos...

Faz algum tempo que este blog deixou de ser algo totalmente "querido diário", mas a minha paixão pelos detalhes envolvidos em festas de casamento e afins somado a um período de 5 dias participando de um congresso como expositora - aka representante do local em que trabalho - foram suficientes para que eu começasse a divagar a respeito...

Nunca tinha trabalhado em um evento e muita gente torceu o nariz quando disse que ia por uns dias enquanto outros disseram que eu tive sorte por ter ido a um evento em que havia muita comida grátis disponível. Mas eu, Pollyanna que sou, assumo que os pés doeram e incharam e que eu gastei antes de receber (lógico que eu tinha que ir passear nos cantos, aonde tinha bijouterias), mas observadora da vida e das pessoas que sou, me diverti horrores por lá...

Tive a oportunidade de reparar de prestadores de serviço, pessoal de apoio e expositores a congressistas, palestrantes e autoridades de uma maneira que toda a experiência do outro lado, como a parte que é convidada para tais locais. Lógico que não sai muito do meu canto - afinal, estava ali trabalhando -, porém nos momentos em que as palestras aconteciam, dava para observar bem os tipos e a dinâmica por ali.

Do evento em si não tenho muito o que dizer. Algumas pessoas estavam lá para aparecer, umas tantas para aprender e reencontrar amigos, outras para vender e promover empresas e serviços, além de pegar brindes, o que todos pareciam querer. Trabalhar em períodos de 12 horas por vez é complicado, mas o movimento e a interação distraem boa parte disso.

Resultados do evento para a Cris: corpo e ego muito bem alimentados, correntes de cristal, a certeza que mamãe tinha razão quando disse que se vc sorrir para o mundo, ele sorri de volta (pelo menos na maior parte do tempo) e a suspeita que todo este interesse em como se organiza essas coisas pode querer dizer algo...

quinta-feira, novembro 13, 2008

Livro: P.S. Eu Te Amo

Sim, pessoas, há um filme com este nome. E ele fez a Bia, moleca e nada manteiga derretida, sair em prantos do cinema. Adoro cinema e amo ler sendo que, como o tempo anda meio curto (e a aproximação do fim de ano tende a piorar isso), acabei optando pela leitura que faço daquele jeito: 1 capítulo por vez, em cada pequeno intervalo que tenho no meu dia. Aliás, leio revistas assim tb atualmente, uma matéria por vez, sempre que encontro com elas e... Ah, sim, foco, Cristiane, olha o foco!!! rs

Tudo começa quando Holly se vê sem Gerry, seu primeiro amor, primeiro namorado, marido e melhor amigo, que morreu devido a um câncer no cérebro. A família e os amigos estão preocupados com o desespero e a falta de reação dela quando, casualmente, sua mãe comenta ter recebido uma carta para ela em que há uma menção a uma lista no envelope.

A carta, na verdade um envelope grande e pesado, foi mandado por Gerry que, seguindo com uma piada interna sobre a necessidade que Holly tinha dele para fazer/lembrar das coisas, escreveu uma carta à qual anexou 10 cartões (em envelopes separados a serem abertos por mês) que vão desde brincadeiras a pequenas ordens para ajudá-la a refazer e continuar sua vida sem ele, sempre terminados por Ps, Eu Te Amo.

No processo de se reerguer, Holly descobre muito sobre si, sua família, seus amigos e o mundo em geral. Não acho que seja simplesmente uma história de amor, vou mais pelo fato de ser uma história do que um grande amor pode te tornar, seja ele marido, namorado, irmão amigo ou tudo isso junto. Gerry só aparece em lembranças e sonhos, mas praticamente todos os envolvidos na história o conheceram e muitos o amaram e, por mais que haja um foco na dor de Holly, cada um desses amigos tem a chance de falar - um parágrafo que seja - sobre a própria dor. A minha leitura foi um mix de gargalhada e lágrimas, adorei, e mal podia esperar para postar aqui.





Título Original: PS, I Love You
Autor: Cecelia Ahern
Editora: Relume Dumara
Páginas:
398
Ano: 2004







PS: 1) Nas críticas ao filme vi algo sobre a mãe e as melhores amigas terem resistido aos cartões, mas no livro isso não acontece. A família e os amigos fiéis apóiam a protagonista em todos os momentos e situações.
2) Holly faz aniversário no mesmo dia que eu!!!

quarta-feira, novembro 12, 2008

Blogging: Perguntinhas

Onde está seu celular? Na bolsa
E o amado? Lá no pé-da-serra
Cor do cabelo? Castanho-claro
Sua mãe? Fantástica! Só precisa se convencer que não é a super mulher e deixar os dois homens aqui de casa se virarem de vez em quando.
Seu pai? Calmo, ponderado e coerente. Precisava aprender a não esperar dos outros o que ele faz por eles.
Seu irmão? Era o meu exemplo de bom-senso, com a pressão do dia-a-dia, não agüentou e se tornou um mala.
O que mais gosta de fazer? Me comunicar.
O que você sonhou na noite passada? Trabalho, creio eu...
Onde você está? No sofá da sala.
Onde você gostaria de estar agora? Na minha cama...
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? No sofá da minha sala.
Onde você estava há seis anos? No penúltimo ano de faculdade.
Onde você estava na noite passada? Em casa, dormindo depois de 5 dias com 10 horas de trabalho em cada.
O que você não é? Invejosa.
O que você é? Estouradinha e boazinha, ao mesmo tempo.
Objeto do desejo? Um notebook próprio.
O que vai comprar hoje? Nadinha. Próximas compras só quando o cartão virar.
Qual sua última compra? Para mim foi uma corrente, no geral, foi um medidor de pressão para papai e mamãe.
A última coisa que você fez? Trabalhei.
O que você está usando? Calça jeans e blusinha.
Na TV? Pantanal (respondi este questionário segunda, 10/11, às 23h)
Seu cachorro? O Luke, tranqueirinho como só, está dormindo no portãozinho, só esperando alguém bobear para ele escapar...
Seu computador? É o do meu pai.
Seu humor? Cansada, com a gastrite atacada depois de uma semana comendo só besteira...
Com saudades de alguém? Só uma saudadezinha gostosa do Lu.
Seu carro? Sou motorista reserva aqui em casa e eterna motorista da rodada, mas carro próprio eu não tenho.
Perfume que está usando? Não uso perfume. Só passei hidratante de castanha da Natura.
Última coisa que comeu? Salada e mousse de chocolate (definição de refeição balanceada para mulheres, certo?).
Fome de quê? Palmito, batata e tomate.
Preguiça de? Levantar e seguir com a vida.
Próxima coisa que pretende comprar? Planejado só o presente de aniversário do afilhoso - algo da família "Roti Uils".
Seu verão? Com ar-condicionado.
Ama alguém? Algumas pessoas, de várias maneiras...
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Hj, ao voltar pro meu lugar no trabalho.
Quando chorou pela última vez? Chorar de verdade, de soluçar, não lembro. Ter águas nos olhos, sempre...


Peguei este meme no Síndrome de Estocolmo.

terça-feira, novembro 11, 2008

Versos

"Não facilite com a palavra amor. Não a jogue no espaço, bolha de sabão. Não se inebrie com o seu engalanado som. Não a empregue sem razão acima de toda razão (e é raro). Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra. Não a pronuncie."

(O Seu Santo Nome, C.D.A.)

segunda-feira, novembro 10, 2008

YT: Deep Purple - Sometimes I Feel Like Screaming

sábado, novembro 08, 2008

Musiquinha's

Bleeding Love
(Leona Lewis)

Closed off from love
I didn't need the pain
Once or twice was enough
And it was all in vain
Time starts to pass
Before you know it you're frozen

But something happened
For the very first time with you
My heart melts into the ground
Found something true
And everyone's looking round
Thinking I'm going crazy

But I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I

Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open

Trying hard not to hear
But they talk so loud
Their piercing sounds fill my ears
Try to fill me with doubt
Yet I know that the goal
Is to keep me from falling

But nothing's greater
Than the rush that comes with your embrace
And in this world of loneliness
I see your face
Yet everyone around me
Thinks that I'm going crazy, maybe, maybe

But I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I

Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open

And it's draining all of me
Oh they find it hard to believe
I'll be wearing these scars
For everyone to see

I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I

Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open and I

Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love

quinta-feira, novembro 06, 2008

Livro: Amor em Minúscula

"Desfrute as pequenas coisas, porque
talvez um dia você olhe para trás e se dê conta
de que eram as grandes coisas."

(Robert Brault)

Assim começa Amor em Minúscula. Felícia que sou, comecei a ler convicta que se tratava de história sobre bichos e seus donos... Na realidade, não é bem isso... A relação com o um bicho, no caso um gato, é somente o ponto de partida.

Samuel é um solitário professor adjunto - espanhol - de literatura alemã começa a ver a vida diferente a partir da chegada de um visitante que foi se instalando: Mishima, o gato. Por causa dele, entra na vida do professor, Titus, um vizinho rabugento, redator. Coisas aparentemente sem relação como um gato, um vizinho, um vislumbre no farol, uma foto velha achada num sótão, citações e um físico levam a história a lugares inesperados em busca de um significado, de um amor de infância, de si mesmo...

A doença do vizinho leva o protagonista a ser incumbido de redigir o trabalho pendente - Pequeno curso de magia cotidiana - , tendo que encontrar aspectos de si mesmo e do mundo que não percebia antes.

O título do livro faz referência a um dos capítulos deste livro, sobre a força das pequenas coisas e como elas podem levar a lugares antes não imaginados, na linha de uma corrente do bem. É uma obra diferente, o que não significa ruim, ao contrário, é muito bem construída sem seguir caminhos óbvios.





Título Original: Amor en Minúscula
Autor: Francesc Miralles
Editora: Record
Páginas:
288
Ano: 2006

quarta-feira, novembro 05, 2008

Blogging: What Color Is Your Psyche?




Your Psyche is Blue



You are deeply emotional and very connected to everything (and everyone) around you.

By simply understanding other people, you are able to help them heal and let go.

While you are a very deep and thoughtful person, you do have a very silly, superficial side.



When you are too blue: the weight of the world's problems hangs over you



When you don't have enough blue: you lack perspective and understanding




Daqui.

terça-feira, novembro 04, 2008

Versos : Sincero...

A Origem da Palavra Sincero
(Malba Taham)

A palavra SINCERA foi inventada pelos romanos.
Eles fabricavam certos vasos de uma cera especial.
Essa cera era, às vezes, tão pura e perfeita que os
vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos, chegava-se a se distinguir um
objeto - um colar, uma pulseira ou um dado -, que
estivesse colocado no interior do vaso.

Para o vaso assim, fino e límpido,
dizia o romano vaidoso:
- Como é lindo !!! Parece até que não tem cera !!!
'Sine cera ' queria dizer 'sem cera', uma qualidade
de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava
ver através de suas paredes e da antiga
cerâmica romana.
O vocábulo passou a ter um significado muito mais
elevado. Sincero, é aquele que é franco, leal,
verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces,
malícias ou dissimulações.

O sincero, à semelhança do vaso,
deixa ver através de suas palavras os nobres
sentimentos de seu coração.
SINCERA é uma palavra doce e confiável,
é uma palavra que acolhe...

E essa é uma palavra que deveria estar no vocabulário de toda alma.

segunda-feira, novembro 03, 2008

YT: Plunct, Plact, Zum!




(aka Raul Seixas - Carimbador Maluco)

domingo, novembro 02, 2008

Versos

"...Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa não tem aquela ansiedade para entrar em cena É uma espécie de venda uma espécie de encomenda que a gente faz pra ter depois ter um produto com maior resistência onde a gente se recolhe (e quem não assume nega) e fica feito a justiça: cega Depois acorda bela corta os cabelos muda a maquiagem reinventa modelos reencontra os amigos que fazem a velha e merecida pergunta ao teu eu: “Onde cê tava? Tava sumida, morreu?” E a gente com aquela cara de fantasma moderno, de expersona falida: - Não, tava só deprimida..."


(Elisa Lucinda)

sábado, novembro 01, 2008

Musiquinha's

Black Night
(Deep Purple)

Black night is not right
I don't feel so bright
I don't care to sit tight
Maybe I'll find on the way down the line
That I'm free, free to be me
Black night is a long way from home

I don't need a dark tree
I don't want a rough sea
I can't feel, I can't see
Maybe I'll find on the way down the line
That I'm free, free to be me
Black night is a long way from home

Black night, black night
I don't need black night
I can't see dark night
Maybe I'll find on the way down the line
That I'm free, free to be me
Black night is a long way from home